Nazrul foi arrastado para os fundos de uma mercearia, onde foi agredido. “Fiquei com medo”, ele conta. Depois de meia hora, um grupo ainda maior quis levar Nazrul a outro lugar. O diretor Abu interveio e conseguiu livrá-lo.
Os dois correram para o escritório e trancaram o portão principal. “Pelas janelas do segundo andar, vimos cerca de cinco mil pessoas carregando varas e pranchas de madeira, prontas para invadir nosso prédio.
Àquela hora, chegou uma minivan da SKT, para descarregar mais cópias do livro em questão. Ao ver do que se tratava, a multidão começou a destruir os livros – foram perdidos quatro mil exemplares.
Nazur afirma que o conteúdo do livro não ofendia em nada as pessoas. No entanto, ele nota que a passagem de João 3.16 estava impressa na última página “Talvez essa passagem tenha enfurecido as pessoas. Para elas, Jesus não pode ser o filho de Deus”, ele comentou.
Ferdus Chanchal, funcionário da SKT, disse que a polícia foi informada. Ela chegou ao local e conteve a multidão.(CM)
Agência Unipress Internacional
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