Jehanzaib Asher, de 22 anos, acusado por blasfêmia por defender a sua fé, está escondido de membros do Talibã no Paquistão que tentam matá-lo. Ele trabalhava na barbearia que sua família possui com seus primos em Wana, localizada em Waziristan do Sul – uma fortaleza do Talibã dentro das áreas tribais administradas pelo Governo Federal, no nordeste do Paquistão –, quando militantes tentaram convertê-lo ao islamismo.
Na ocasião, o militante Noor Hassan pregara sobre o Talibã para Jehanzaib e seus familiares, mas o cristão decidira não ouvir calado. Ele defendeu o cristianismo citando versículos bíblicos. Então, Hassan e outro militante islâmico bateram em Jehanzaib – quebraram sua perna, algumas costelas e mutilaram sua mão.
Jehanzaib contou às autoridades que ele apenas defendera o cristianismo sem fazer nenhuma menção ao islã.
“Podemos tolerar a morte de um pai ou de uma mãe, mas podemos ficar ouvindo insultos contra nossa religião?”, perguntou Jehanzaib.
Logo depois, alguns militantes talibãs começaram a espalhar um boato na vizinhança de que Jehanzaib e seu primo Christopher Masih tinham blasfemado contra Maomé, o profeta do islamismo.
EL
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