Muitas pessoas vivem um verdadeiro tormento, dentro e fora dos hospitais, à espera de uma solução do seu problema de saúde. Em muitos casos, os médicos não conseguem diagnosticar a causa. São os famosos desafios da medicina. Não porque os médicos ou a medicina sejam incapazes. Pelo contrário. Os médicos são de Deus, estudam, se preparam, cada dia mais se desenvolvem dentro de sua área e os recursos da medicina cada dia mais se renovam.
Mas, contra eles, existe um grande desafio que são as doenças chamadas malignas, não consideradas curáveis. Por isso, os pacientes são submetidos a tratamentos paliativos para se manterem vivos por algum tempo.
Foi o caso de Julia Gabriel Vieira, 37 anos, mãe de uma filha, que chegou à IURD de João Pessoa, na Paraíba, muito doente e desenganada. Segundo os médicos, só lhe restavam, no máximo, três meses de vida. Ela tinha uma inchação no corpo, atingindo quase 100% nos pés, cabeça e barriga, e sentia muitas dores. O pior era que em todos os exames não era constatada a causa.
O seu peso normal era de 59 kg. Neste período da doença, ela chegou a pesar 100 kg. Foi assim que ela chegou na Igreja Universal do Reino de Deus. Ao participar da primeira reunião dos 70 Apóstolos, na terça-feira, já saiu com esperança de saúde. Voltou ao médico, pediu novos exames e veio o resultado: um caroço junto ao rim direito, o que impedia de outros órgãos funcionarem normalmente.
Julia passou a tomar 8 tipos de remédios por dia e não tinha melhora, pois o caroço aumentava. Mesmo desenganada pelos médicos, não desistiu: continuou na corrente dos 70 e logo veio a resposta: seu corpo começou a desinchar e as dores passaram. Ela fez novos exames e o caroço sumiu.
O Templo Maior de João Pessoa fica na Avenida Epitácio Pessoa, 2.000, Expedicionários.
EL
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